quinta-feira, 11 de setembro de 2014

A «EPIDEMIA» DO ÉBOLA


                         Por Pedro Manuel Pereira

Contrair o vírus Ébola é difícil na maior parte dos países em todo o mundo. A doença encontra-se confinada a alguns – poucos – países africanos e o total de infetados atualmente regista pouco mais de 2000 pessoas, o que, se comparado com os portadores de outras doenças contagiosas como o HIV, que se contam atualmente por 34 milhões espalhados um pouco por todos os continentes, é um número manifestamente reduzido.
Para que uma pessoa seja infetada com o Ébola é necessário que tenha contato com sangue e outros fluídos corporais de um doente, sendo que a transmissão por via aérea (pelo ar) é impossível. Desta forma, a possibilidade de propagação em larga escala é extremamente baixa devido à alta - e rápida - taxa de mortalidade dos infetados nas regiões onde normalmente ocorrem.
A taxa de mortalidade provocada por esta estirpe viral é igualmente ínfima, quando comparada com a gripe sazonal que regista invariavelmente entre três e cinco milhões de mortes todos os anos.
Chegados a este ponto, alertamos o leitor para o exagero e especulação (programados) de alguns governos por via desta falsa epidemia.
O objetivo dos mesmos não é a proteção das pessoas, antes, a criação de um estado de vigilância abrangente e permanente gerado para controlar as populações através do medo.
O «terrível» Ébola é muito menos perigoso do que uma estadia num hospital ou conduzir um automóvel, por exemplo, sendo que a propaganda sobre a «epidemia» já surte os seus efeitos e objetivos por banda de alguns governos, manifestados nas restrições à circulação dos cidadãos.
Além disso, esta ameaça «pandémica» sensacionalista é igualmente usada por corporações farmacêuticas multinacionais para aumentarem os seus lucros.

Recorde-se que em 2010, o Presidente interino do Subcomité de Saúde do Conselho EuropeuWolfgang Wodarg, afirmou que a pandemia de gripe suína e das aves de 2009, também conhecida com Gripe A, com a designação médica de H1N1, foi uma farsa fabricada por empresas farmacêuticas em conluio com a OMS (Organização Mundial da Saúde) a fim de auferirem chorudos lucros, ao mesmo tempo que colocavam em perigo a saúde pública.  De tal ordem que - alegadamente - as sequelas por parte de milhões de indivíduos que foram vacinados em idade reprodutora (homens e mulheres) manifestam-se hoje em infertilidades. 
Divulgado pelos meios de comunicação social ao serviço das corporações económicas em finais de julho deste ano de 2014, dada a continuação do «surto de Ébola» propagado de forma alarmante para a opinião pública, o presidente dos EUA, Barack Obama, assinou uma emenda executiva que permite às autoridades a apreensão e detenção de americanos que simplesmente mostrem sinais de «doenças respiratórias».
Desta forma, os cidadãos americanos que apresentem sinais de doença respiratória, com exceção da gripe, podem ser forçadamente detidos pelas autoridades policiais face a denúncia médica obrigatória nestes casos e em conformidade com a lei.
Neste momento encontra-se em processo acelerado a fabricação de uma vacina contra esta moléstia, que em breve – a crer na (des)informação dos grande mídia do establishment  – estará disponível e tal como em 2009, quando da «famosa epidemia» de gripe A, alguns países, nomeadamente os EUA, países asiáticos e outros, tornarão obrigatória a implementação da vacinação em hospitais, escolas, infantários, organismos públicos e outros sectores de atividade. É evidente que os governos e os seus parceiros corporativos argumentam a seu favor que é para o «bem da sociedade».
Entrementes, hoje, tal como ocorrido em 2009, a Organização Mundial de Saúde recusa-se a tornar públicos os nomes dos membros do Comité de Emergência para a «epidemia». Esta atitude é no mínimo suspeita, sabendo-se que consultores desta organização especialistas no Ébola mantêm relações estreitas com o fabricante de vacinas da empresa multinacional farmacêutica Novartis.
O sigilo da OMS em torno da epidemia do Ébola foi realçado quando o porta-voz dessa organização, Gregory Hartl, se recusou a revelar os nomes das pessoas chave que têm acento no novo Comité de Emergência, chamando a atenção da opinião pública para o facto de que o corpo de Saúde da Nações Unidas esteja a encobrir - uma vez mais - conflitos de interesse com empresas farmacêuticas.

No decorrer da falsa pandemia de gripe suína de 2009, a OMS embrulhou-se num escândalo por se ter negado a desclassificar os nomes dos membros do Comité responsável pela declaração de emergência de pandemia de nível 6, desencadeando lucrativos contratos de vacinas pandémicas firmados com empresas farmacêuticas, vacinas que desde então se provou provocarem narcolepsia e outros «efeitos colaterais».
A prova de que estas vacinas pandémicas causam narcolepsia está nos pedidos de compensação das vítimas em todo o mundo (incluindo em Portugal), que já se contam por centenas de milhar.
A OMS encontra-se engajada no mesmo escandaloso secretismo de há 5 anos atrás, desviando a atenção pública da forma como a maquinaria clandestina de destruição biológica e vacinação em massa foi posta em marcha, controlada pela organização.
Assim, é altamente provável que a OMS continue a negar a divulgação dos nomes dos assessores, dado que este novo Comité de Emergência também se encontra composto por representantes de grandes empresas farmacêuticas, tal como aconteceu em 2009.
Quando a OMS diz que não existem vacinas para o Ébola, tal resposta é de duvidosa verdade. Na primavera de 2009, a Organização Mundial de Saúde afirmou que não existiam vacinas para a gripe A, no entanto empresas farmacêuticas como a Novartis «produziram-na» nesse verão.
O periódico suíço Handelszeitung, «premonitoriamente» assinala que o mercado de vacinas para o Ébola será bastante atrativo para as empresas farmacêuticas. Este jornal reconhece assim, implicitamente que as empresas farmacêuticas têm motivos financeiros para terem «inventado» a pandemia de Ébola, tal como a gripe aviária e porcina em 2009.





quarta-feira, 3 de setembro de 2014

A DITADURA MUNDIAL GANHA FORMA

Por Pedro Manuel Pereira

O Poder é a força exercida sem desvios, com o fim de manter a ordem pretendida.

O Governo Sombra Mundial

A verdadeira ameaça à humanidade é o governo invisível global que, como um gigantesco polvo estende os seus longos tentáculos sobre os povos e as nações. A cabeça deste polvo encontra-se no seio de um grupo de bancos internacionais. Um pequeno mas poderoso bando de banqueiros multinacionais maneja discricionariamente o sistema financeiro mundial.
De acordo com o American Free Press, um clã de banqueiros britânicos controla o Banco de Inglaterra, a Reserva Federal Americana, o Banco Central Europeu, o Fundo Monetário Internacional e o Banco Mundial. Estima-se que só a família Rothschild possua mais de metade das riquezas do planeta: a sua fortuna está calculada em 231 biliões de dólares, segundo a companhia de serviços financeiros Credit Suisse.
Não obstante os cidadãos continuarem a eleger formalmente os dirigentes dos governos e das instituições dos respetivos países, o poder real mundial desde há alguns anos para cá que foi desviado para novos centros de decisão situados em locais ocultos do conhecimento público.
De uma maneira geral quase todos os grandes ditadores e outros famigerados líderes políticos foram financiados pela elite mundial dominante, apátrida e sempre mais e mais ávida de poder e de dinheiro, constituída por uma casta seleta – e secreta - de criaturas multimilionárias sinistras.
Assim, face ao declínio dos governos dos estados-nações, um novo poder tendo vindo a emergir a nível global fora do controlo dos países onde vigoram regimes ditos democráticos.
O mundo hoje em dia é dirigido por uma constelação de organizações com papel executivo e político, sendo que as de âmbito executivo se distribuem por três esferas de poder:
. A do poder económico e financeiro;
. A do poder militar e policial;
. A do poder científico.
O poder político do sistema é exercido por uma quarta categoria de organizações: - Os clubes de reflexão, redes de influência, ou reuniões de líderes globais, como no caso do Fórum Económico Mundial (World Economic Forum) de Davos.
Todas estas organizações não competem entre elas, antes, estão estreitamente ligadas entre si e complementam-se. Formam um conjunto cuja coesão é assegurada pela pertença em simultâneo de determinadas personalidades a várias de estas organizações.
As personalidades-chaves podem ser consideradas donas e senhoras do Mundo, sendo que a maioria delas são desconhecidas da opinião pública.
Estruturadas em rede, as várias organizações compartilham entre si os centros e as mesmas funções. Os «circuitos» ou «painéis de controlo» foram duplicados ou triplicados a fim de garantirem maior segurança e estabilidade ao conjunto, permitindo que caso uma organização se torne inoperante ou ineficaz, o controlo global não seja ameaçado.

Instâncias Executivas

. OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico) é uma organização internacional que reúne 34 países, que aceita os princípios da democracia representativa e da economia de livre mercado. A sua origem remonta a 1948 como Organização para a Cooperação Económica (OECE), liderada pelo francês Robert Marjolin a fim de ajudar a gerir o Plano Marshall para a reconstrução da Europa após a 2ª Guerra Mundial. Esta organização concebe as regras do comércio mundial, e influencia de forma direta a política económica dos Estados ocidentais. Reúne 30 países desenvolvidos que compartilham entre si os princípios da economia de mercado.

. FMI (Fundo Monetário Internacional) Originalmente denominado IMF (Internacional Monetary Found) é uma das instituições financeiras mais importantes e influentes da economia mundial. Esta entidade nasceu em 1944, no decorrer da Conferência Monetária e Financeira das Nações Unidas ocorrida em Bretton Woods, EUA, onde foram discutidas questões tendentes a evitar os erros que conduziram à Grande Depressão de 1929. 
Desenha a economia e o meio ambiente do planeta por intermédio de empréstimos e de créditos outorgados aos países do Terceiro Mundo e outros – como Portugal - com a condição de que estes apliquem uma política económica de inspiração ultraliberal, com desprezo absoluto pelas realidades humanas e ecológicas.

. GATT (General Agreement on Trade and Tarifs) ou (Acordo Geral sobre Pautas Aduaneiras e Comércio ou Acordo Geral sobre Tarifas e Comércio) - Foi criado em 1947, com o objetivo de harmonizar as políticas aduaneiras dos Estados signatários. Regulam-se por um conjunto de normas e concessões tarifárias, criado com o objetivo de impulsionar a liberalização das transações comerciais e as práticas protecionistas, regulando as relações do comércio internacional.  

. OMC (Organização Mundial do Comércio) – Esta organização foi criada em 1995 como um dos mais importantes resultados das negociações do GATT ocorridas em reuniões várias realizadas no Uruguai entre 1986 e 1994. Fixa as regras do comércio mundial, reduzindo consideravelmente as margens de decisão dos Estados nas áreas da economia e do meio ambiente. Trata-se de um poderoso governo mundial não eleito. A acumulação de poderes – quase – supremos nas mãos de uma organização que não foi eleita por ninguém, é perfeitamente contrária aos mais básicos princípios das regras democráticas.

. Comissão Europeia – É o governo da União Europeia. Os seus membros não são eleitos diretamente, e os cidadãos nunca são informados das suas decisões. Grande parte do poder dos Estados membros foi transferido para esta Comissão que não se encontra submetida ao controlo dos cidadãos. É uma estrutura antidemocrática, situação tanto mais grave quanto a legislação europeia representa atualmente 80% das leis aplicadas pelos Estados da União, logo, estes são geridos por leis antidemocráticas.
Esta transferência de soberania foi realizada ao longo dos anos pelos políticos tanto de direita como de esquerda, com o objetivo de fazer escapar ao debate público o essencial das decisões económicas, sociais e meio ambientais.
A Comissão Europeia está totalmente debaixo da influência dos lobbies industriais que são os grandes inspiradores da regulamentação europeia. A maioria dos Comissários europeus encontra-se estreitamente ligados às multinacionais ou a redes de influência favoráveis ao liberalismo e à mundialização.
Quase todos os membros da Comissão Europeia são próximos (ou integrantes) do poderoso Grupo Bilderberg, e participantes frequentes do World Economic Forum de Davos.
No BCE (Banco Central Europeu), encontramos novamente outros participantes do Grupo Bilderberg.

Clubes de Reflexão


. World Economic Forum (Fórum Económico Mundial) – Foi fundado em 1971 por Klaus M. Schwab, um professor de administração numa universidade Suíça.
Sedeada em  Cologny, Genebra, esta é uma organização que reúne as criaturas mais poderosas e ricas do planeta. O critério de admissão no seio deste grupo varia em função do nível de poder, fortuna e influência do candidato na área económica, na política internacional, na área tecnológica e nos meios de comunicação social. Possui estatuto de observador no Conselho Económico e Social das Nações Unidas. É financiado pelos seus mais de 1000 membros. A típica empresa (membro) é uma instituição global com mais de cinco biliões de dólares de receitas, não obstante poder variar esse número por indústria e região. A principal reunião deste agrupamento tem lugar uma vez por ano em Davos, na Suíça, no final do mês de janeiro, na qual reúne os principais líderes empresariais e políticos, assim como intelectuais e jornalistas para discutirem questões urgentes de âmbito mundial.
Ao longo do ano, os mais importantes membros desta organização encontram-se permanentemente em contato entre si, ligados através de uma super rede de videoconferência denominada Wellcom, a qual lhes permite concertarem-se a qualquer momento sobre importantes decisões mundiais.

. Trilateral Commission (Comissão Trilateral) – É um clube de reflexão de caráter privado, de âmbito internacional fundado em junho de 1973 por David Rockefeller e Zbigniew Brzezinski, após um ano e meio de reuniões fomentadas pelo Chase Manhattan Bank. É formada por cerca de 350 homens - as mulheres escasseiam… - de meios de comunicação social, líderes de negócios, funcionários públicos, sindicatos e outras organizações não-governamentais.
A Trilateral exerce um importante papel no desenho da ordem económica mundial e raramente é referida nos meios de comunicação social. Quando se reúne não há manifestações nem marchas de protesto, tal como acontece com outras organizações do neoliberalismo. A Trilateral passa quase despercebida da opinião pública apesar de exercer uma atividade bastante intensa.
Zbigniew Brzezinski definiu-a como «o maior conjunto de potências financeiras e intelectuais que o mundo conheceu». Afinal quem governa o mundo? Não basta dizer simplesmente que são as multinacionais ou a banca, uma vez que por muito ampla que seja a sua influência, continuam a ser necessárias determinadas instituições que ditem as regras (quer sejam ou não cumpridas) para a repartição do bolo económico.
Os movimentos contra a globalização assinalam como principais responsáveis do mal-estar mundial as seguintes entidades: Fundo Monetário Internacional, Banco Mundial, Organização Mundial do Comércio, G7, G8, G20 e Fórum Económico Mundial.
Das três primeiras, em especial a terceira é a que tem uma maior capacidade coerciva sobre os Estados; é também a mais nociva.
O neoliberalismo não é certamente democrático, e é a capacidade económica quem dita a influência e o domínio sobre cada pessoa, país, empresa, etc. No entanto o FMI, o BM e a OMC aparentam perante a opinião pública que todos os cidadãos têm igual capacidade de voto e decisão.
No entanto tal já não é possível nem com o G8 nem com o Fórum Económico Mundial. O G8 é constituído pelo grupo dos países mais industrializados do planeta. As grandes potências reúnem-se periodicamente para repartir o mundo entre si e impor critérios às demais nações.
Mais sinistro ainda é o Fórum Económico Mundial - composto por gente simplesmente super-rica - que embora não seja mais do que um clube de reflexão é extremamente influente em termos de políticas económicas mundiais.
O chamado Terceiro Mundo não tem representação alguma para os membros das organizações acima referidas, uma vez que para estes, essa é uma zona de rapina mais apetecível e maior do que as suas áreas.
Certamente que o impacto mediático das decisões desta organização é muito discreto, o que não significa que as suas reuniões possam ser rotuladas de ser quase clandestinas. As suas conclusões são dadas a conhecer e, portanto, não podemos falar de conspirações, governo sombra, sociedade secreta, etc. Não obstante é de assinalar que a Trilateral tem tendência para o esotérico. As suas conclusões são emitidas, portanto, não se pode falar de conspirações, governo sombra, sociedade secreta, etc. No entanto, anote-se, que a Trilateral tende para o esotérico, uma vez que o seu emblema é uma circunferência periférica dividida em três fragmentos, de cada um dos quais parte uma flecha que converge para o centro. É uma cópia estilizada do arcano a Unidade.
Não obstante existiram – e talvez existam ainda – organizações clandestinas relacionadas com a Trilateral. Como exemplo, em 1984 uma comissão do Parlamento italiano revelou as relações entre a Comissão e as atividades delituosas da famigerada loja maçónica P2.
Os países onde a Trilateral atua representam 10% da população mundial que detêm 80% dos recursos do planeta.

Pensamento Político e Económico da Trilateral

A Trilateral foi pioneira naquilo que se chama «pensamento único e globalização». Em 1975 declarou de forma aparentemente ética e solidária: «A Comissão Trilateral espera que, como feliz resultado da Conferência, todos os governos participantes coloquem as necessidades de interdependência acima dos mesquinhos interesses nacionais e regionais».
A Trilateral reúne os dirigentes de três principais zonas económicas: América do Norte, Europa Ocidental e Japão (Em 2009 a sua área de influência estendeu-se à China e a Índia). Cada uma destas áreas dispõe de um Comité Executivo para elaborar as políticas económicas sob a sua influência.
De acordo com a sua versão oficial, o seu objetivo é o estreitamento das relações entre a União Europeia, a América do Norte e o Japão. O grupo português foi formado em 1980, data da sua ligação à organização-mãe. Contam-se entre os seus membros entre outros:
António Maldonado Gonelha, António Mexia, Jorge Braga de Macedo, Diogo Vaz Guedes, João Menezes Ferreira, António Vasco de Mello, Carlos Tavares, Francisco Pinto Balsemão, Ilídio Pinho, José Lamego, Mário Pinto, Paulo de Pitta e Cunha e Salvador Guedes.

. Banco Mundial – Instituição financeira fundada em 1945 a partir da criação do BIRD–Banco Internacional para a Reconstrução e Desenvolvimento, juntamente com o FMI–Fundo Monetário Internacional  e o GATT–Acordo Geral de Tarifas e Comércio. O Banco Mundial é sempre presidido por um americano, enquanto o FMI é presidido por um europeu.
Inicialmente a função do Banco Mundial foi financiar a reconstrução dos países destruídos pela 2ª Guerra Mundial, tendo com o tempo a sua ação evoluído para o financiamento do desenvolvimento dos países pobres.
O Banco é composto por duas instituições: o BIRD-Banco Internacional para a Reconstrução e Desenvolvimento e a AID-Associação Internacional de Desenvolvimento. Além destas duas entidades abarca mais três outras: a SFI-Sociedade Financeira Internacional, a MIGA-Agência Multilateral de Garantia de Investimentos e o CIADI-Centro Internacional para Arbitragem de Disputas sobre Investimentos.

. FPG (Fórum Portugal Global) – É uma associação de empresas portuguesas, criada para apoiar financeiramente o grupo português da Trilateral e promover a internacionalização dos seus negócios, integrando-se na interdependência económica e política entre as três maiores regiões industriais do mundo: União Europeia, América do Norte e Japão.
Foi fundado por escritura em 30 de julho de 1996 nos escritórios dos advogados Morais Leitão & Galvão Telles, tendo tido como empresas fundadoras: Pleiade, Império, Banco Espírito Santo, Bento Pedroso, Portgas, Sogrape, Somague, Telecel, Finantia, Lusomundo, Semapa, Portucel e outras.
Os seus membros incluem além dos associados do grupo português os seguintes indivíduos: António Carrapatoso, António Gomes de Pinho, António Mexia, Armando Pascoal, Eduardo Costa, Francisco Mantero, Francisco Souza da Câmara, Jorge Armindo, José Roquete, Luís Silva e Pedro Queiroz Pereira.

. CFR (Council on Foreign Relations) – Organização norte-americana que reúne os líderes políticos e económicos de muito alto nível.
Entre os objetivos declarados por este Conselho encontra-se o explicar a política externa americana ao resto do mundo de modo imparcial. Fundado na década de 1920, este organismo edita a revista Foreign Affairs, uma das mais conhecidas e importantes no panorama das relações internacionais. Aparentemente a Comissão Trilateral não é mais do que uma derivação ou um círculo externo do CFR, cujas origens se podem encontrar antes da 1ª Guerra Mundial na declaração de intenções de alguns magnatas de estabelecer um império global anglofalantes.
O CFR tem equivalentes neste lado do Atlântico e a sua influência chaga a toda a opinião pública mundial. O Foreign Affairs, por exemplo, foi um dos promotores da teoria do choque de civilizações de Samuel Huntington que serviu para justificar muitas das ações decorrentes dos atentados do 11 de setembro de 2001. Embora tal seja só a ponta do icebergue face a motivos ulteriores, sempre relacionados com a propaganda e as operações de guerra psicológica.
Aparentemente os três mil membros do Conselho controlam as três quartas partes da riqueza mundial; de acordo com os teóricos da conspiração, o seu principal objetivo será manter elevados os níveis de tensão e de guerra em todo o mundo a fim de enriquecer as suas próprias indústrias armamentísticas, sanitárias, financeiras e alimentares.
O CFR organiza seminários de relações internacionais ao mais alto nível, em que os participantes estão obrigados ao segredo.
Os membros portugueses desta estrutura são os seguintes:
·         Luís Amado - Chairman, BANIF (Banco Internacional do Funchal) e ex-ministro dos Negócios Estrangeiros;
·         Jaime Gama – Ex-Presidente da Assembleia da República e ex-ministro dos Negócios Estrangeiros;
·         Carlos Gaspar - Membro do Conselho de Administração do Instituto Português de Relações Internacionais (IPRI);
·         Teresa Patrício Gouveia – Membro do Conselho de Administração da Fundação Gulbenkian e ex-ministra dos Negócios Estrangeiros;
·         Fernando Andresen Guimarães - Embaixador;
·         Teresa de Sousa – Jornalista;
·         António Vitorino – Advogado, ex-Comissário Europeu.

. IFRI (Instituto Francês de Relações Internacionais) – Organização semelhante à CFR americana. Nela se encontram políticos de direita e de esquerda, empresários, jornalistas e indivíduos ligados ao meio universitário.

. Clube de Roma – Clube de «reflexão» de líderes políticos e económicos, principalmente europeus, fundado em 1968 pelo industrial italiano Aurelio Peccei e pelo cientista escocês Alexander King, que se reúnem para debater variados assuntos relacionados com a energia, poluição, saneamento, saúde, ambiente, tecnologia, economia internacional, políticas nacionais e internacionais e crescimento populacional. Atualmente trabalha em parceria com organizações como a UNESCO, a OCDE, a Globe Internacional e um grande número de ONG’s a nível mundial.
Este Clube é uma das mais influentes organizações não-governamentais do mundo, reunindo economistas, banqueiros, industriais, chefes de Estado, líderes políticos e cientistas de várias áreas e de vários países, para analisarem os diversos aspetos da situação mundial e apresentar previsões soluções para o futuro. Além disso, tem vindo a estender as suas ligações ao antigo KGB (atual FSB), à MOSSAD e à INTERPOL.
O Clube tem membros efetivos, honorários e associados, provenientes de diversos países. Os membros honorários são destacados personagens, tais como Belisário Betancour, da Colômbia, Jacques Delors, de França, César Gaviria, da Colômbia, Fernando Henrique Cardoso, Cândido Mendes de Almeida e Hélio Jaguaribe, do Brasil, Enrique Iglésias, do Uruguai, Mikhail Gorbachev, da Rússia, D. Juan Carlos, de Espanha, Rainha Beatriz, dos Países Baixos, Mário Soares, de Portugal e vários outros.

. Clube Bilderberg – Aquele que é por muitos considerado o verdadeiro governo mundial, foi fundado em 1954 e é, sem dúvida, o mais poderoso no conjunto das redes de influência. Reúne personalidade de todos os países, líderes políticos, da economia, das finanças, dos meios de comunicação social, cientistas e professores universitários. Reúnem anualmente. Não votam resoluções nem firmam acordos. Uma vez terminados os encontros, os participantes são proibidos de revelar o que se passou e quem participou nas reuniões. 
Alguns países membros deste agrupamento: EUA, Canadá, Grã-Bretanha, França, Bélgica, Suíça, Holanda, Alemanha, Áustria, Itália, Espanha, Portugal, Noruega, Suécia, Dinamarca, Finlândia, Luxemburgo, Irlanda, e outros.
O representante permanente deste Grupo em Portugal é Francisco Pinto Balsemão e quase todos os primeiros-ministros do país no após 25 de abril de 1974, participaram em encontros do Bilbderberg. O caso mais caricato e expressivo é o de Durão Barroso, que antes de ser chefe de governo participou num encontro do Grupo Bilderberg. Posteriormente foi «promovido» a Presidente da Comissão Europeia, abandonando o país em pleno mandato com 1º ministro.
. Em Suma


Merece reflexão – e não deixa de ser preocupante - o facto de no consulado do papa Bento XVI, ou seja, no dia 24 de outubro de 2011, pela voz do cardeal Peter Turkson, presidente do Conselho Pontifício Justiça e Paz, o Vaticano ter divulgado um documento apelando à reforma urgente do sistema financeiro e monetário internacional na perspetiva de uma autoridade pública com competência universal. A Santa Sé solicitou, então, aos Estados, a aplicação de um imposto sobre as transações financeiras. Defendeu também que a recapitalização dos bancos deve ser feita com fundos públicos, «comportamentos virtuosos que visam desenvolver a economia real».
Afirmou igualmente que o liberalismo económico «sem regras nem controlo» é uma das causas da presente crise económica e denunciou a existência de mercados financeiros prevalecentes especulativos, danosos para a economia real, especialmente para os países mais débeis.
O Vaticano denuncia nesse documento que a economia mundial se encontra cada vez mais dominada pelo utilitarismo e pelo materialismo e é caracterizada por uma excessiva expansão do crédito e de borbulhas especulativas que geraram a atual crise de solvência e de confiança. «A economia necessita de ética para o seu correto funcionamento».
Sobre a proposta de criar uma Autoridade Pública Mundial, o documento assinala que esta é necessária, dada a crescente interdependência entre os Estados, referindo que é necessário reformar o sistema monetário internacional e criar um organismo que atue como um Banco Central Mundial, que regule o sistema dos intercâmbios financeiros e monetários. De acordo com o Vaticano, o FMI-Fundo Monetário Internacional perdeu a sua capacidade para garantir a estabilidade das finanças mundiais.
Temos assim que aqueles que tomam decisões estratégicas (por meio dos políticos) são os agentes da Banca e do poder económico que fazem lobby de pressão e influenciam os governos e os parlamentos.
Esta estratégia (de apresentar o gerente como o patrão) está orientada para fazer desaparecer o poder real que controla as estruturas dos Estados acima dos governos e dos sistemas parlamentares e jurídicos. 
Quando a imprensa outorga (através da informação) o poder de decisão aos políticos e aos governos no poder, o que faz é diluir a compressão e retirar o poder real da vista das maiorias. Há uma explicação de fundo: Os políticos não são nada mais do que um fusível. Além da sua função de gerenciamento ao serviço da Banca e dos grandes grupos económicos, tem por missão preservar o anonimato dos centros de decisão que controlam o poder real.
O para-poder, o poder oculto, em nada é distinto do poder em si mesmo. Simboliza a chamada inteligência estatal, a revelação de pressões novas e emergentes sobre os Estados que representam determinados setores sociais. A invisibilidade do poder é a cara oculta do mando que se exerce contra toda a pressão, para além de quaisquer oposições sociais.
As maiorias, alienadas pela intoxicação da desinformação dos meios de comunicação social, creem habitualmente que o «poder» são os presidentes e os governos. Esta conceção massificada e alimentada pelos analistas políticos televisivos e radiofónicos, vulgarmente conhecidos por «papagaios» ou por «a voz do dono» - Portugal tem basta gentalha desta…- que fazem a apologia de que um Presidente da República ou outro género de chefe de Estado, é algo assim como uma entidade supra independente que toma decisões autónomas por cima do emaranhado estrutural do poder económico e empresarial.
Nas suas análises/prédicas habituais, os «analistas políticos» apresentam cenários de conflitos cujo eixo passa pelas competências e pelas guerras entre políticos e partidos, mistificando a realidade oculta - de que conhecem parte dela - ocultando deliberadamente, porque ao serviço de interesses mais poderosos como mercenários que são, a verdade aos cidadãos.
Este enfrentamento de políticos contra políticos pelo posicionamento eleitoral, por um lado, e pela guerrilha do governo contra a «oposição», por outro, nunca é associado ao establishment oculto (o poder sobre os governos) que marca a dinâmica da informação que as maiorias diariamente consomem.
Desta forma, o voto popular cumpre somente o papel de legitimação social do embuste institucionalizado com as eleições e a pretensão à participação massiva do povo na hora de votarem.
Um dos grandes segredos do poder e dos poderosos tem consistido na capacidade de vigiar os gestos e escutar as palavras dos seus concidadãos. Por tal facto existe a famosa expressão: «Conhecimento é poder».
É aqui que se encontra a origem – sem dúvida – e em primeira análise, da força enigmática que é atribuída a quem detém o mando. O fato do mesmo mover secretamente os fios para garantir e assegurar a continuidade do seu domínio, é uma das verdades mais antigas conhecida e praticada em política.
O que acontecia até há poucos anos, é que os políticos nas democracias modernas para se diferenciavam substancialmente de todos os seus antecessores, prometiam governar de forma transparente, com total visibilidade e clareza de ações, para que os cidadãos pudessem – ilusoriamente - controlar os excessos e abusos dos poderes dos Estados.
Tratava-se, por um lado, de fornecer garantias para o controlo político dos governantes e suas ações e, por outro, permitir um claro envolvimento dos cidadãos nas tarefas da gestão política que durante muitos séculos lhes foi vedada.
No entanto, atualmente as práticas de gestão política não só tem violado essas promessas de transparência e participação genuína, como têm vindo a desenvolver sofisticados métodos de vigilância eletrónica para controle de todos e cada um dos cidadãos, em moldes nunca antes conhecidos pela humanidade.
Quem controla os controladores? Questiona-se assim, se as «democracias» atuais são um poder controlado pelos cidadãos ou um poder controlador dos cidadãos?
Temos assim que a ordem política mundial influi crescentemente nos comportamentos políticos dos Estados nacionais.
Esses poderes são cada vez mais intangíveis nas áreas económicas e políticas, não mais representando países específicos, mas antes e sobretudo, clãs de banqueiros, empresas multinacionais ou grupos económicos mundiais de caráter financeiro. Os interesses destes poderes impõem aos países mais débeis políticas e etapas de crescimento económico, reformas dos seus meios de produção, de políticas sociais ou transformações das suas instituições políticas de forma a adaptar os Estados – segundo eles – a um mundo globalizado, cujo fim é a implementação de um governo mundial.







segunda-feira, 25 de agosto de 2014

O PODER DOS ASKENAZIS NAS LOJAS B’NAI B’RITH


Por Pedro Manuel Pereira

As largas dezenas de lojas B’nai B’rith em todo o mundo encontram-se na obediência da Ordem Independente de B’nai B’rith, uma organização paralela da maçonaria (dita) regular, nos quadros das quais só tem entrada os     indivíduos de origem judaica.
Esta estrutura foi fundada em 13 de outubro 1843 em Nova Iorque por Henry Jones, aliás Heinrich Jonas um judeu-alemão nascido em Hamburgo, que foi quem teve a ideia, e mais 11 pessoas (todas alemãs), simbolicamente representando as 12 tribos bíblicas de Israel, e tem a sua sede na Rhode Island Avenue, 1640, em Washington, EUA, próximo da Casa Branca. Atualmente conta com mais de 600000 membros em 47 países, sendo que na casa-mãe se encontra a nata da oligarquia judaica mundial.
Depois de 1868 a língua utilizada nos rituais deixou de ser o yiddish passando a ser a língua inglesa. A primeira loja que instalaram no estrangeiro foi em Berlim, em 21 de Março de 1882, seguindo-se a Loja de Jerusalém inaugurada em 10 de Junho de 1888. Em 1912 a Ordem B'nai B'rith registava nos seus quadros 25 mil membros. Em 1913 o Federal Reserve Act atribuiu a um consórcio de bancos de capitais maioritariamente judeus o exclusivo da impressão da moeda fiduciária nos Estados Unidos. Até hoje.

Tal como na maçonaria regular, a B’nai B’rith é apresentada como um organização filantrópica e por tal é considerada uma ONG (Organização Não Governamental) dedicada aos enunciados humanísticos e filosóficos tal como as estruturas maçónicas de âmbito mundial, que não é mais do que um pretexto para recolher generosos subsídios e contribuições dos Estados que são gastos de forma não transparente.
As suas primeiras e fundamentais tarefas desenvolvem-se no campo da influência política e área social. O facto é que estas lojas têm sido desde a sua criação uma eficiente ponta de lança do movimento sionista, demonstrando ser excelentes nessa atividade.

Para além das várias filiais, a B’nai B’rith International conta com uma plêiade de organizações afins fundadas por esta organização, gravitando na sua órbita. Destacam-se de entre as mais importantes:
- American Jewish Committee  (Comité Judaico Americano), fundado em 1906 com o objetivo de reunir todos os setores judaicos nos EUA para defenderem os direitos dos judeus no mundo;           
 - Comité para Assuntos Públicos Americano-Israelita (AIPAC), formado durante a administração de Dwight Eisenhower (34º Presidente dos EUA). É um grupo que realiza tarefas de lobby no Congresso dos EUA e na Casa Branca com o fim de manter estreitas relações entre Israel e os Estados Unidos. Descrevem-se a si mesmos como «Lobby Pró-Israel dos Estados Unidos» e como organização sem fins lucrativos. São seus membros destacados Democratas, Republicanos e independentes;
- The Career and Counseling Services;
- The Klutznick Museum responsável pela manutenção dos arquivos das lojas;
- The Hillels Foundations dirigida aos meios estudantis;
- The B'naï B'rith Youth Organization dirigida às áreas da cultura;
- The B'naï B'rith Wome agrupa as mulheres filiadas na Ordem;
- The Anti-Defamation League Jewish ou Liga Anti Difamatória Judia, cujo objetivo oficial é lutar contra o antissemitismo, embora na prática lutem contra o anti sionismo, que é muito diferente. Encontra-se disseminada em dezenas de países.

Os membros da B’nai B’rith consideram-se uma casta superior dentro do judaísmo. Assim, para além da marginalização social e da descriminação racial a que votam os judeus sefarditas de Israel, registe-se uma multiplicidade de manifestações realizadas por diversas figuras da oligarquia Ashkenazi1. que vêm ratificar o que é afirmado. Atitudes e posturas condenáveis, tendo em conta que os judeus sefarditas são precisamente os genuínos hebreus semitas, enquanto que os judeus ashkenazis de origem europeia, que são a casta dominante nesse país, não pertencem a esse grupo étnico.
Além disso estes últimos (Ashkenazis) foram precisamente os fundadores e principais promotores do sionismo moderno, cujo caráter ultra racista não surpreende, vindo de indivíduos que aplicam aos sefarditas, ou seja, aos seus próprios correligionários, o epíteto pejorativo de «pretos». Tais manifestações são, sem dúvida, mais eloquentes que quaisquer outras explicações. De entre as mais significativas proferidas por importantes personalidades destacamos as seguintes:
Golda Meir afirmou que «todo o judeu deve de aprender o yiddish (língua oficial dos ashekenazis europeus) porque sem yiddish não há judeus».
Ben Gurion foi mais explícito ao afirmar: «Não queremos que os israelitas se levantinicem. Devemos lutar contra o espírito levantino (ou seja, semita) que corrompe os homens e as sociedades».
Haïm Cohen referiu-se à inspiração racial do Estado judaico da seguinte forma: «A amarga ironia da sorte quis que as mesmas teses biológicas e racistas propagadas pelos nazis sirvam de base para a definição oficial do judaísmo no seio do Estado de Israel».
A pertença às lojas B’nai B’rith não exclui os seus membros de pertencerem simultaneamente a outras lojas maçónicas, o que é frequente entre eles. De facto, são numerosos os casos de indivíduos dos referidos agrupamentos que ostentam as distinções de terem sido Veneráveis Mestres e até Grão Mestres de lojas e Grandes Lojas americanas ou europeias, praticantes do Rito Escocês Antigo e Aceite. Pode assim dizer-se, que as lojas B’nai B’rith constituem estruturas específicas no contexto da maçonaria regular a nível mundial.

Algo semelhante pode ser dito em relação às várias organizações plutocrática-oligárquicas descritas neste artigo, dentro das quais os líderes da B'nai B'rith formam um grupo particular. De tal modo que a influência da oligarquia judaica na vida pública não se articula exclusivamente através de organizações específicas das referidas lojas, mas também através de outros organismos que contam nas suas fileiras com números elementos pertencentes às mesmas. 
São as pequenas vantagens proporcionadas pelo facto de poderem estar (e pertencer) em vários lugares ao mesmo tempo.
As lojas B'nai B'rith constituem o núcleo central de uma vasta rede de sociedades afins que se movem na sua órbita e que confluem para ela. Entre as mais relevantes figuram o American Jewish Committee, o American Jewish Congress e a Conference of Presidents of Mayor American Jewish, que agrupam por sua vez, umas quantas associações judaico-americanas. Merecem uma menção especial o World Jewish Congress e o American Israel Public Affairs Committee, as mais importantes e influentes sociedades de entre estas.
O World Jewish Congress (Congresso Mundial Judaico) tem sede em Nova Iorque (cidade com o maior número de judeus fora de Israel). Descreve-se a si mesmo como uma associação judaica com o fim de defender os interesses dos judeus nos EUA e em todo o mundo, através da promoção de políticas públicas, recorrendo à diplomacia, à legislação e aos tribunais. Possui delegações em setenta países. Somente nos EUA a sua rede organizativa aglutina trinta e duas organizações anexas e publica sete jornais diários. Esta poderosa entidade é presidida por Edgar Bronfman, magnate do setor vitivinícola e da indústria cinematográfica. Fora dos EUA as suas ramificações regionais ostentam as seguintes designações: Congresso Judeu da América Latina, Congresso Judeu Europeu, Congresso Judeu Euroasiático e Congresso Judeu de Israel.

Esta organização tem sido protagonista de vários escândalos de corrupção, disputas internas, desvio de fundos e racismo anti árabe.
O trust Bronfman possui 15% do capital da Time Warner e é acionista maioritário da MCA-Universal, as mais importantes empresas produtoras cinematográficas e de televisão dos EUA. Por outro lado, o conselheiro especial de Edgar Bronfman na MCA é Michel Ovitz, igualmente membro do Congresso Mundial Judaico e diretor da Creative Artist Agency, primeira agência de contratação artística de Hollywood.
Quanto à American Israel Public Affairs Committee, é um dos grupos de pressão mais discretos e poderosos dos Estados Unidos.
Estas são, em termos gerais, as mais destacadas engrenagens de uma poderosa máquina junto das altas esferas políticas americanas e em outros países.
Esta pequena abordagem permite-nos aferir que a influência sionista manifesta-se não só na esfera política, mas também de forma significativa nos meios de comunicação social, onde um grande número de responsáveis de programas de televisão, assim como a maioria dos redatores chefes, correspondentes e comentadores de órgão de comunicação social nos EUA e outros países em geral são judeus.
Encontra-se a mesma predominância nas instituições universitárias, nos centros de investigação, nos serviços de segurança, na indústria cinematográfica e nos meios artísticos e literários.
 
NOTA:
1.  Ashkenaz é o termo pelo qual se designam os judeus provenientes da Europa Central (França, Alemanha…) e da Europa Oriental. Este termo deriva do hebraico medieval que foi usado para referir Alemanha (Ashkenaz).
Os judeus Ashkenaz (ou Ashkenazi) tem por origem Khazaria, uma região da Europa Central, não sendo, portanto, originários da Palestina, ao contrário dos indivíduos naturais da cidade de UR, do período pré-clássico, na antiga Mesopotâmia, descendentes de Abraão, que por sua vez descendia de Sem, daí serem denominados judeus Semitas.
Os Ashkenazis consideram-se uma raça, um povo. De acordo com o Genesis capítulo 10, verso 3, Ashkenaz  foi um bisneto de Noé, neto de Jafé e filho mais velho de Gomer.
Atualmente a maioria dos judeus americanos (90%) e cerca de 50% dos judeus israelitas são Ashkenazi, descendente de judeus desta etnia que emigraram principalmente da Alemanha e da Europa Oriental a partir de meados do século XIX e inícios do século XX.
Ashkenazis  e sefarditas judeus representam duas subculturas distintas do judaísmo. Compartilham as mesmas crenças básicas, com variações na cultura e na prática.
Ao longo dos últimos 15 anos, os geneticistas identificaram ligações entre as comunidades judaicas espalhadas um pouco por todo o mundo, que apontam para uma ascendência e uma religião comuns. Não obstante a verdadeira origem de uma das populações judaicas mais importantes, os ashkenazi, continua a permanecer um mistério.
Por seu turno, os judeus sefarditas e seus descendentes são provenientes de Espanha, Portugal, África do Norte e Médio Oriente.
Os judeus sefarditas são muitas vezes subdivididos em sefardim, de Espanha e Portugal, e mizrachim, a partir do Norte de África e no Médio Oriente. Quando os judeus foram expulsos de Espanha em 1492, muitos deles foram absorvidos pelas comunidades mizrachi existentes no Norte de África e no Médio Oriente.
As maiorias dos primeiros colonos judeus da América do Norte foram sefarditas. A primeira congregação judaica na América do Norte, Shearith Israel, fundada em 1684, no que hoje é Nova Iorque, foi sefardita e ainda continua ativa. Em Israel, pouco mais da metade de todos os judeus são mizrachim, descendente de judeus dessa região desde tempos imemoriais, ou que foram expulsos de países árabes depois de que Israel foi fundado. O maior grupo a seguir é composto por descendentes de ashkenazi, que foram para a Terra Santa (então controlada pelos turcos otomanos) em vez dos Estados Unidos no final do século XIX, ou a partir de sobreviventes do Holocausto e de outros imigrantes. Cerca de 1% da população de Israel é composta por judeus etíopes negros que fugiram durante a fome na Etiópia no final de 1980 e início de 1990.
Historicamente em todas as regiões, os judeus sefarditas foram mais facilmente integrados na cultura não-judaica local que os judeus ashkenazi. Nos países cristãos, onde o ashkenazismo floresceu, a tensão entre cristãos e judeus foi grande, e os judeus tenderam a isolarem-se dos seus vizinhos não-judeus, voluntária ou involuntariamente.
O idioma iídiche, que muitas pessoas pensam ser a língua internacional do judaísmo, é realmente a língua dos judeus ashkenazi. Judeus sefarditas têm a sua própria língua internacional, o ladino, que foi baseado nos idiomas espanhol e hebraico, da mesma forma que o iídiche foi baseado no alemão e no hebraico.
Os ashkenazis constituem a elite política e económica em Israel, e os banqueiros judeus da Europa e dos Estados Unidos são todos ashkenazis. 
Atualmente cerca de 10 milhões de judeus ashkenazis vivem nos Estados Unidos, Israel, América do Sul, África do Sul, Austrália, Nova Zelândia e Europa.