terça-feira, 13 de setembro de 2011

PÁTRIA MADRASTA

Um dia, um grande escritor português do qual não me ocorre o nome, em finais do século XIX dizia que se sentia sufocar em Portugal.
O mesmo me vem acontecendo desde há uns tempos para cá. E a tendência é para se agravar.
Sem constituir metáfora, digo-vos, francamente, que tenho dias em que sinto claustrofobia. Estranho? - Dizem-me os especialistas que é sintoma de pânico.
Uma destas semanas, após dois meses sem daqui sair, entrei mesmo em ruptura. Tive de fugir. Quando cheguei a meio do Alentejo a caminho de Lisboa, a falta de ar começou a passar-me. Duas horas após chegar a Lisboa, abateu-se sobre mim uma tristeza tão profunda como se o céu me fosse cair em cima. Objectivamente sem saber porquê.
O mal não está no Algarve, nem em Lisboa, nem em qualquer outro sítio deste país. O mal encontra-se entranhado no estado de sítio a que a nação chegou. Nas paredes, nas casas, nas instituições, nos portugueses por maioria dos quais existe este governo, que não é mais que uma sua emanação.
Não nos esqueçamos que a maioria deste povo é boçal, manhoso, espertalhão, corrupto, porcalhoto, ladrãozeco, enfim: merdoso.
Essa história do «bom povo português» foi uma invenção salazarista, como tantas outras, estilo: «pobrezinho mas honrado», para legitimar uma ideologia criada à medida da sua vontade de aldeão fora do tempo e do modo.
Vejam bem que nunca gostei do que li alguma vez vertido da pena do António Barreto - o tal ministro da reforma agrária dos tempos do PREC - até agora.
Concordo plenamente com o que ele escreve agora sobre o estado de sítio a que chegou o país. Muito lúcido, sintético e certeiro. Pena é, que não seja mortífero para os visados.
Também o grande poeta Guerra Junqueiro disse em tempos que: «O português tem em pouca conta a sua liberdade».
É uma pecha antiga. A modos que uma fatalidade, como bem se expressou outro poeta, Mário de Sá Carneiro quando escreveu: «Ó meus amigos, que fatalidade é nascer em Portugal!».
Creiam, que tempos muito maus vêm aí. São os eternos ciclos da História. Caminhamos a passos largos para uma ditadura e não me venham dizer que isso é impossível de acontecer em Portugal, pelo facto de estarmos na Comunidade Europeia.
A revolução de 1974 deu-se com o país enfeudado à NATO, à OTAN e outros organismos internacionais que tais e nem «natos» ou quejandas organizações cuidaram da queda do velho regime português.
Por outro lado, é bom recordar que a primeira ditadura europeia do século XX, foi a do Major Sidónio Pais (1917-1918) - a República Nova - que teve os seus seguidores nessa figura e no seu estilo de governação cenografada: - Primeiro Benito Mussolini, que se confessou admirador de Sidónio Pais e depois Oliveira Salazar - e o seu Estado Novo -, Primo de Rivera, Adolf Hitler e por aí fora.Personagens das mais sinistras que a História pariu.
Ironicamente, Portugal tem sido um país vanguardista, só que, para o que de mais sinistro é concebível. Infelizmente.
Podem crer, que por este andar um destes dias serei forçado ao exílio. Que maior exílio que este não posso encontrar neste lindíssimo país feito pátria madrasta.


Pedro Manuel Pereira

CAGANDA GOVERNO ESTE !!!...

Lançadas as bases deste maravilhoso, benemérito e magnificente governo, que trás os portugueses preocupados, mas no fundo, bem lá no fundo do… felizes e contentes, este, inicia a grande tarefa política do nosso tempo, criando um sistema de governação sui generis, ou seja, tirar aos pobres para dar aos ricos. Maravilha da filosofia política e do direito constitucional que fará dele, na história política destes dias e dos que hão-de vir ad aeternum, um dos maiores fenómenos políticos de todos os tempos em todo o mundo. E não é, pelas assombrosas realizações práticas com que tanto nos engrandece e nos enche de vaidade [até nos apetece dizer, cagança] cá dentro e lá fora, sobre todos os pontos de vista. É, sobretudo, no ponto de vista das ideias, na razão pura, no domínio intelectual, porque é aí, de facto, que este governo se revela, quanto a nós, o melhor de todos a nível mundial, prevendo, com faculdades verdadeiramente divinatórias, à distância, os rumos da filosofia política e o mínimo indispensável à defesa do que resta ainda da civilização ocidental.
O grande drama político do nosso tempo consiste, como sabemos, no problema da conciliação da autoridade com a liberdade, mas nestas áreas, também o nosso Venerando governo provê, sem descanso, amor e devoção ao bem-estar dos portugueses, botando – ia dizer: cagando – impostos em profusão sobre os ombros das classes média e baixa.
Os portugueses têm de aprender o que é a disciplina. Prevê-se, que o próximo imposto conciliatório a sair seja a da utilização do isqueiro para acender o cigarrito. É imperativo que se retomem estas maravilhosas leis do falecido e visionário estadista lá das Beiras, como contribuição para a nova ordem nacional. Já agora e a talhe de foice, permitam-nos Vocências, governo da nação, uma sugestão contributiva para a «ordeirice» nacional, que o mesmo é dizer: «manter o povo dentro das baias, como convém». Decretem a imposição de todo o português usar um aparelho fácil de conceber, a colocar nas ventas, assim a modos que um «oxigenómetro», de forma a contabilizar o oxigénio que cada um consome, tal como um taxímetro. Em conformidade, cada cidadão passará a pagar o que é devido pelo maravilhoso ar português que respira, contribuindo para evitar o seu desperdício e ajudando a engordar os cofres do estado, para além de doar a sua quota-parte à «ordeirice» nacional.
Tem-se operado, de facto, com o actual governo, uma verdadeira Revolução Nacional, a que só podem comparar-se, na História pátria, as de 1383 e 1820, muito embora ambas elas lhe sejam inferiores. Do ponto de vista, portanto, deste executivo, é o Regime, o novo estado da nação, que nos une e identifica, havendo manifesta divergência, como aliás sucede no Pais inteiro, quanto às Instituições. Mas é óbvio, conforme deduzimos, que se todos os indivíduos, pessoalmente, são livres para escolherem, em filosofia política, as Instituições, com este fantástico governo, colectivamente, não têm esse problema, porque a sua missão é apoiar a criação de um Regime novo, que faz falta à malta e esta é a hora de o realizar e defender.

NOTA
Escrito em 2009, porém, premonitório, porque se aplica como uma luva ao atual governo.

Pedro Manuel Pereira

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

JUVENTUDE DE PERDIÇÃO ...

«O nosso mundo atingiu um estado crítico. Os filhos não escutam os seus pais. O fim do mundo não pode estar longe». (Sacerdote egípcio, 2000 a.C.)
«Esta juventude está podre desde o fundo do coração. Os jovens são maus e preguiçosos. Não serão nunca a juventude de outrora. Os de hoje não são capazes de manter a nossa cultura.» (Frase descoberta nas ruínas de uma olaria babilónica datada de 1000 a.C.)

«A juventude ama o luxo, é mal-educada, zomba da autoridade e não tem nenhuma espécie de respeito pelos velhos. As crianças de hoje são tiranas. Não se levantam quando um velho entra numa sala, respondem a seus pais e são simplesmente más». (Sócrates, 470-399 a.C.)

«Não tenho nenhuma esperança no futuro do nosso país se a juventude de hoje toma o mando amanhã, porque esta juventude é insuportável, sem moderação, simplesmente terrível». (Hesíodo, 720 a.C.)

Quanto aos jovens, é melhor nem falar. Onde já vai o tempo em que era visto como um sacrilégio um jovem não se levantar perante um idoso? Em resumo, devoção, correcção, rectidão, palavra de honra, respeito, valor, civismo, património cultural, etc. Tudo isso desapareceu. (...) Já não há em Roma mais lugar para um bravo Romano.» (Juvenal, séc. II d.C.)

terça-feira, 30 de agosto de 2011

A MELHOR FORMA DE COMBATER O INIMIGO É TÊ-LO PERTO DE TI

«Se receias que alguém se aproveite da tua ausência para fazer queixas ou espalhar calúnias contra ti, arranja um pretexto amigável e pede-lhe que te acompanhe na viagem, na caçada ou na guerra. Vigia-o e, quando estiveres na sua companhia, à mesa ou noutro sítio, não deixes que se afaste. De igual modo, para evitar que uma nação aproveite uma das tuas expedições para te declarar guerra, leva contigo o escol dessa nação - como se não tivesses aliados mais fiéis -, mas procura que essa gente seja escoltada por um pequeno grupo de homens armados dedicados ao teu serviço.»

Jules Mazarin, in Breviário dos Políticos



segunda-feira, 22 de agosto de 2011

KHADAFI - A QUEDA DE UM BEDUÍNO

Nesta hora que vos escrevemos, estamos a ser bombardeados com notícias televisivas, da ocupação de Tripoli, na Líbia, pelos revoltosos contra o regime de Khadafi, como o precioso e decisivo apoio da benemérita organização chamada de NATO. Debitam os leitores de teletexto nas pantalhas dos vários canais de televisão, que o presidente desse país se encontra a monte, que é um ditador, um criminoso contra a humanidade e por tal facto deve de ser julgado e mais uns quantos epítetos mimosos, esquecendo(?) tais relatores, que antes de mais, Khadafi foi um terrorista e que nessa qualidade ordenou ou apoiou atentados que causaram a morte de centenas de europeus e outros.
Quanto vale a hipocrisia de países «natosos» como a Grã-Bretanha, a França ou Portugal, por exemplo, que ainda há pouco mais de um ano acolhiam de braços abertos a criatura??? - No caso do rincão lusitano temos ainda presente na retina as «edificantes» imagens do senhor engenheiro a abraçar efusivamente a criatura, como se de um salvador da pátria se tratasse e, como cereja em cima do bolo, o beduíno rodeado das suas matronas guarda-costas ajaezadas de camuflado, aparentadas a vacas loucas malhadas, num repasto realizado numa universidade de Lisboa que o acolheu como se um ilustre académico fora. As imagens de professores a rirem-se e a mastigar rissóis e croquetes misturados com o ditador e a sua horda, abateu-se com profunda tristeza sobre nós, provando-nos que há muitos humanos que ainda não atingiram a fase evolutiva do homus erectus.
Nesta história não há bons nem maus. Tanto os dirigentes europeus como o beduíno, Kadafi são farinha do mesmo saco e a estória da disputa pelo controlo do petróleo não é mais do que fumo atirado para os olhos dos incautos.


NOTA
Esperamos não ver num futuro próximo, imagens degradantes - a todos os títulos - de Kadafi a ser enforcado, como aconteceu com Sadam Hussein.


Pedro Manuel Pereira

sábado, 13 de agosto de 2011

A MARCHA PARA A MISÉRIA

Continuamos à espera - impacientemente - que a malta do novo governo corte verdadeiramente na despesa pública, a começar pela do elenco governativo, indo pelas empresas públicas, empresas municipais, institutos, fundações, direcções gerais, idem regionais e quejandos cois fantasmas, e anuncie medidas de criação de riqueza como por exemplo: encentivos ao desenvolvimento de uma agricultura moderna e eficaz: incentivos à criação de uma frota pesqueira moderna; incentivos à criação de uma frota de transportes marítimos - que já tivemos em força até há trinta anos - de passageiros e carga; incentivos ao desenvolvimento de pólos tecnológicos de ponta nas mais diversas áreas da robótica e da informática, por exemplo, áreas estas em que possuímos uma vasto leque de gente altamente especializada; incentivos à criação de unidades fabris de concentrados de frutos, de sumos e de vegetais; revitalização dos imóveis dos centros urbanos, recorrendo à expropriação sempre que os proprietários não façam as necessárias obras e dêem a devida ocupação aos edifícios e... por aí fora. Há tanto para fazer de forma a evitar que continuemos a ver a nau portuguesa a afundar-se... - Só mesmo por incúria, desleixo, ignorância ou má fé, é que medidas como as que referimos não são implementadas, complementadas com outras formas de combater o desemprego, a fome e a miséria, que continuam a alastrar pelo país fora como fogo à palha. Meus senhores, sem criação de riqueza, esta história de sucessivos aumentos de impostos - como panaceias à penúria gerada pela incontrolável despesa pública - como os que - quase - todos os dias nos têm caído no prato da sopa - para aqueles que ainda comem regularmente - e de despedimentos, irá conduzir rapidamente a nação para a fome, para a miséria e para a falência. O governo pensa - ou aparenta que tal - que o povo pagante são como as vacas leiteiras a quem se espreme o leite das tetas até não dar mais, e o povinho, como não são vacas de ordenha, não podem ofertar leite a suas excelências, quando muito, coliformes fecais... com muito boa vontade!...
Só mesmo uma política económica gizada por imbecis e mentecaptos é que pode imaginar que espremendo com impostos o povo pagante até este se quedar no limiar - e para além - da pobreza, pode gerar emprego e riqueza.
Se não há dinheiro que sobre, depois dos gastos elementares, por parte dos cidadãos, não existe consumo de bens. Logo, as empresas, as lojas e as fábricas fecham, originando falências e desemprego. É assim a modos como que o princípio da física (matéria atrai matéria), logo: «miséria atrai miséria». Ora para governar desta forma uma nação, não são precisos tantos indivíduos agrupados em governo, qualquer dona de casa - com o respeito que nos merecem - os poderá substituir por junto, com inegáveis benefícios em termos de poupança na despesa que vem sendo esmifrada dos bolsos rotos de todos os portugueses.
Se a rapaziada do governo não se sente com forças para inverter a marcha da miséria, aconselhamos vivamente que chupem com força umas pastilhas das que são anunciadas arriba deste texto, até que se faça luz dentro dos seus cérebros e acordem para a realidade.


Pedro Manuel Pereira
O NOVO GOVERNO ADERINDO AO PACOTE DE CRUZEIRO

sábado, 16 de julho de 2011

CARTA DO BRASIL... DE HOJE

Que dizer-te? Aqui no Brasil, que vive uma ditadura disfarçada de democracia, a classe média já quase desapareceu por completo, sendo ocupada por novos ricos que vivem à custa do PT do Lula, apesar da nova presidente, Dilma, estar a tentar inverter erros do passado sem, contudo, alcançar muito êxito. Da Argentina chegam agora notícias de uma denúncia de bomba colocada na sede da Associação de Futebol da Argentina, sediada bem no centro de Buenos Aires, que coordena a Copa da América este ano. Nestes países da América Latina existe um clima de terror igual ou pior que em Angola. Em corrupção nem é bom falar, é coisa que já nem merece muito a atenção da comunicação social de tão trivial se tornou. Assaltos à luz do dia a pessoas, a bancos, a caixas de multibanco, à saída dos bancos, à mão armada a lojas, por telefone, pelo telemóvel, arrastões a prédios com segurança ou não, é diário, assim como o é à noite.
A roubalheira é descarada e a polícia dorme ou come com eles, aliás, os juízes devem também ter a sua parte nos saques. A saúde é uma desgraça por estas bandas, tenhas ou não um convénio com uma instituição prestadora de cuidados médicos, pagas um balúrdio mensalmente e és mal tratado, pelo Estado também não se fica com muita saúde. Os remédios são todos pagos, o Estado aqui tenta não pagar nada pelos medicamentos, para pagar têm-se muitas vezes de recorrer à justiça e se a coisa sair bem, o Serviço Unico de Saúde (SUS) como aqui é chamado, lá paga o medicamento, muitas vezes já depois da pessoa morrer. Os médicos são maus, os cursos são ainda piores. Além destas qualidades intrínsecas da saúde, existe ainda a guerra dos médicos, como é chamado. Os médicos querem muitos doentes dos convénios para ganharem o máximo de dinheiro e então dizem mal uns dos outros, enquanto isso, os Conselhos de Medicina (instituições iguais à nossa Ordem dos Médicos) faz colecção de queixas dos pacientes, não havendo nenhuma condenação.
Só para teres uma ideia, conto-te esta história verídica de um médico que está ao serviço do Estado. Há cerca de dois ou três anos, uma investigação descobriu que o médico Carlos Décio, em associação com um advogado de Leme, do qual não recordo agora o nome, desviavam verbas dos seguros de acidentes viários. Convém explicar que nesta parte do Atlântico, quando se compra um veículo assume-se o compromisso de pagar todos os anos o IPVA, de acordo com a categoria do veículo, que tem embutido o seguro obrigatório, equivalente ao nosso contra terceiros. Pois estes senhores, pagos pelo Estado para fazer as perícias dos acidentes e o levantamento do custo, ficavam com o dinheiro que era destinado aos sinistrados e isto durante anos, calcula a fortuna que acumularam! O advogado foi preso e o médico Carlos Décio fugiu do País para não ser preso, andou foragido um bom tempo e retornou quando tudo estava mais calmo, voltando a ocupar o lugar nas perícias, desta vez no sector de reformas, é ele que faz os exames para as reformas antecipadas. Como vês os bandidos têm proteção, basta terem algum dinheiro.
Claro que a informação que chega até nós é manipulada, até mesmo aquela que muitas vezes chega pela internet, é preciso saber separar o trigo do joio sob pena de errarmos. Existe por aí um Movimento Cívico Português, que foi iniciado por um sujeito do Porto ligado à Democracia Directa. Tentaram através da internet sensibilizar o maior número de pessoas para uma manifestação junto à Assembleia da República, ainda no tempo do Sócrates, apelando à revisão da Constituição. Foi um fracasso, as pessoas que disseram sim, não compareceram e a manifestação juntou uma dúzia de amigos. No entanto o movimento continua na net, com as pessoas a enviarem emails e a falarem no Facebook. Creio que homens e mulheres perderam já a capacidade de sonhar com um mundo melhor, digo isto pelo que vejo ao meu redor. Não existe já uma capacidade de crítica, de indignação, de revolta até. As pessoas estão como os burros, abaixam as orelhas e deixam colocar o cabresto. Há uma associação internacional, denominada Movimento Zeitgeist, podes buscar na net, repleta de sonhos utópicos, é certo, mas sonhos sempre são sonhos, dizia o poeta, e assim tento colaborar com eles, quanto mais não seja injectando o direito da indignação. É pouco, eu sei, mas é o que posso fazer nesta altura do campeonato em que me encontro. Quanto ao dólar, por aqui está nas ruas da amargura, nas últimas notícias o dólar teve a maior perda dos últimos 12 anos. Isto reflete-se no cambio do Euro, uma vez que não existe o cambio directo entre, por exemplo, o Real e o Euro. Quer dizer se quiseres trocar Euros por Reais, eles são convertidos primeiro em Dólares e depois em Euros, caindo o Dólar cai o Euro, um anda a reboque do outro.
Todos os países que fazem parte do Mercusul, tal como a UE, têm políticas muito semelhantes, umas mais duras, caso da Venezuela, outras mais esbatidas, como a Argentina e Brasil. Tentam fazer igualzinho à UE, sem fronteiras, moeda única, etc., mas as políticas sociais e económicas são muito iguais. A miséria continua, as desigualdades são impressionates. Calcula que em pleno século XXI descobriram que existe uma tribo de índios desconhecida bem no meio da Amazónia, perto da fronteira com o Peru, que evita a todo o custo o contacto com a "civilização", têm razão para fugir a sete pés desta civilização ocidental. Descobriram porque precisam de desmatar. Tudo isto é muito pôdre.


G.F.