terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
domingo, 6 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
CONSELHO AOS JOVENS PORTUGUESES
A situação económica e social que vivemos no presente, é uma pecha bem antiga. Quase diria que faz parte da genética, da etnia do lusitano (se é que existe essa espécie!).
O português é, desde a sua ancestralidade e na sua maioria, manhoso, madraço, egoísta, corrupto, com horror aos bancos das escolas e avesso à leitura, pouco asseado, o que lhe dá aquele odor característico da sua espécie a cebola requentada a emanar dos sovacos e, machista «graças a Deus!».
Qundo lhe contam das patifarias de outros que engordam com esquemas de corrupção respondem: «se eu pudesse fazia o mesmo!».
Ao português para ser feliz bastam-lhe umas divisórias num apartamento suburbano onde se acomodar mais a sua «esposa» e os seus «rebentos», um televisor de plasma ou lcd com ligação por cabo ao Sport Tv, a leitura dos títulos do jornal a Bola - o periódico mais vendido em Portugal -; um emprego onde ganhe bem e se esforce o menos possível; uma companheira pouco inteligente, puta na cama e boa a cozinhar; um fato de treino para vestir aos fins-de-semana e levar a passear ao shoping «mais a patroa», com o dito jornal debaixo do braço e, umas patuscadas de quando em vez com uns amigalhaços.
A política? A governação do país? - Isso é para os políticos, «a minha política é o trabalho», já o afirmava o visionário estadista de Santa Comba.
Os partidos políticos? - «Uma cambada de chulos e de madraços». «Haviam era de ir todos trabalhar p´rás obras!... malandros!».
Votar? «P´ra quê? P´ra irem ganhar que nem uns leões à conta dos meus impostos? - Bandos de patifes!».
«O que me vale é que nos momentos difíceis rezo sempre à senhora de Fátima! Até tenho em casa uma imagem dela que comprei na feira do ano passado».
Não há governo que resista a este povo. Enquanto não houver mudança de mentalidades, a culpa de tudo o que vai mal cá por esta terrinha será sempre do governo, seja ele de direita, de esquerda ou cor de burro quando foge.
Penso que as mentalidades dessa gente só poderá mudar caso haja um cataclismo, mas com tal fenómeno não se vislumbra nem é previsível, o país vai continuar, em cada dia que passa, a definhar, a engelhar gradualmente, tal como aquelas ameixas que se comem com efeitos laxativos.
A minha sugestão aos jovens portugueses é: pirem-se daqui para fora, para outro país, para bem longe, por via do vosso futuro, da vossa sanidade mental, que este lugar - acima de tudo - não é para gente gente saudável.
Pedro Pereira
O português é, desde a sua ancestralidade e na sua maioria, manhoso, madraço, egoísta, corrupto, com horror aos bancos das escolas e avesso à leitura, pouco asseado, o que lhe dá aquele odor característico da sua espécie a cebola requentada a emanar dos sovacos e, machista «graças a Deus!».
Qundo lhe contam das patifarias de outros que engordam com esquemas de corrupção respondem: «se eu pudesse fazia o mesmo!».
Ao português para ser feliz bastam-lhe umas divisórias num apartamento suburbano onde se acomodar mais a sua «esposa» e os seus «rebentos», um televisor de plasma ou lcd com ligação por cabo ao Sport Tv, a leitura dos títulos do jornal a Bola - o periódico mais vendido em Portugal -; um emprego onde ganhe bem e se esforce o menos possível; uma companheira pouco inteligente, puta na cama e boa a cozinhar; um fato de treino para vestir aos fins-de-semana e levar a passear ao shoping «mais a patroa», com o dito jornal debaixo do braço e, umas patuscadas de quando em vez com uns amigalhaços.
A política? A governação do país? - Isso é para os políticos, «a minha política é o trabalho», já o afirmava o visionário estadista de Santa Comba.
Os partidos políticos? - «Uma cambada de chulos e de madraços». «Haviam era de ir todos trabalhar p´rás obras!... malandros!».
Votar? «P´ra quê? P´ra irem ganhar que nem uns leões à conta dos meus impostos? - Bandos de patifes!».
«O que me vale é que nos momentos difíceis rezo sempre à senhora de Fátima! Até tenho em casa uma imagem dela que comprei na feira do ano passado».
Não há governo que resista a este povo. Enquanto não houver mudança de mentalidades, a culpa de tudo o que vai mal cá por esta terrinha será sempre do governo, seja ele de direita, de esquerda ou cor de burro quando foge.
Penso que as mentalidades dessa gente só poderá mudar caso haja um cataclismo, mas com tal fenómeno não se vislumbra nem é previsível, o país vai continuar, em cada dia que passa, a definhar, a engelhar gradualmente, tal como aquelas ameixas que se comem com efeitos laxativos.
A minha sugestão aos jovens portugueses é: pirem-se daqui para fora, para outro país, para bem longe, por via do vosso futuro, da vossa sanidade mental, que este lugar - acima de tudo - não é para gente gente saudável.
Pedro Pereira
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
TIRADAS DE GENTE FAMOSA
Por ocasião da inauguração da Ponte Rio-Niterói, pediram a opinião do Max Nunes.
Resposta: Por um lado, é muito bom; por outro lado, é Niterói.
(Max Nunes)
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Viver no Rio é uma merda; mas é bom. Viver em New York é bom, mas é uma merda.
(Tom Jobim).
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- Quando estamos fora, o Brasil dói na alma; quando estamos dentro, dói na pele.
(Stanislaw Ponte Preta).
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- A Academia Brasileira de Letras se compõe de 39 membros e um morto rotativo.
(Millôr Fernandes)
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- Brasil? Fraude explica.
(Carlito Maia).
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- Pior do que o fim do mundo, para mim é o fim do mês.
(Zeca Baleiro).
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- Quem se mata de trabalhar merece mesmo morrer.
(Millôr Fernandes).
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- Acho o Brasil infecto. Não tem atmosfera mental; não tem literatura; não tem arte; tem apenas uns políticos muito vagabundos.
(Carlos Drummond de Andrade)
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- Como se algum político, com excepção de meia dúzia de três ou quatro,
Representasse alguém, a não ser a si mesmo, a família e aderentes.
(João Ubaldo Ribeiro)
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- Democracia é quando eu mando em você. Ditadura é quando você manda em mim.
(Millôr Fernandes)
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- No Brasil, quem tem ética parece anormal.
(Mário Covas)
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- A arte de ser louco é jamais cometer a loucura de ser um sujeito normal.
(Raul Seixas)
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- Não é triste mudar de ideias; triste é não ter ideias para mudar.
(Barão de Itararé)
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- Ninguém morre, as pessoas despertam do sonho da vida.
(Raul Seixas)
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- Comecei uma dieta: cortei a bebida e as comidas pesadas e em quatorze dias perdi duas semanas.
(Tim Maia).
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- A minha vontade é forte, mas a minha disposição de obedecer-lhe é fraca.
(Carlos Drummond de Andrade).
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- O sol nasce para todos, a sombra para quem é mais esperto.
(Stanislaw Ponte Preta).
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- Nada nos humilha mais do que a coragem alheia.
(Nelson Rodrigues).
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Celulites não são apenas celulites, elas querem dizer..."Eu sou gostosa". Só que em Braille!!!
(Rita Cadilac - ex-chacrete)
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Fumo maconha, mas não trago, quem traz é um amigo meu.
(Marcelo Anthony)
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O que te engorda não é o que você come entre o Natal e o Ano Novo, mas o que você come entre o Ano Novo e o Natal !
(Hebe Camargo)
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Se o horário oficial é o de Brasília, por que a gente tem que trabalhar na segunda e na sexta-feira?
(Marta Suplicy)
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Para seu marido não acordar com a macaca...Depile-se!!!
(Vera Fischer)
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O homem é um ser tão dependente, que até para ser corno, precisa da ajuda da mulher. Para ser viúvo, também...
(Dercy Gonçalves)
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Por maior que seja o buraco em que você se encontra, pense que, por enquanto, ainda não há terra em cima.
(Yasser Arafat)
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Cabelo ruim é igual a bandido...ou tá preso, ou tá armado!!!
(Belo)
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Preguiçoso é o dono da sauna, que vive do suor dos outros.
(Príncipe Charles)
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Não me considere o chefe; considere-me apenas um colega de trabalho que tem sempre razão...
(George Bush)
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Malandro é o pato, que já nasce com os dedos colados para não usar aliança.
(Zeca Pagodinho)
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Mulher gorda é que nem Ferrari...Quando sobe na balança, vai de zero a cem em um segundo.
(Rubinho)
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Os psiquiatras dizem que uma em cada quatro pessoas tem alguma deficiência mental...Fique de olho em três de seus amigos. Se eles parecerem normais, o retardado é você.
(Palloci)
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Se homossexualismo fosse normal...Deus teria criado Adão e Ivo.
(Roberta Close Ivo)
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Todo mundo tem cliente. Só traficante e analista de sistemas é que tem usuário.
(Bill Gates)
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Casamento começa em motel, e termina em pensão!!!
(Daniel Filho - tem 4)
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Seja legal com seus filhos. São eles que vão escolher seu asilo.
(Desconhecido)
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Passar a mulher para trás é fácil, difícil é passar adiante !!!
(Eduardo Suplicy)
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
LULAS RECHEADAS À RIBATEJANA
Ingredientes:
Para as lulas: 1,200kg de lulas, 0,5dl de azeite, 100g de toucinho entremeado, 80g de chouriço de carne, 1 dente de alho, 1 pimento verde, 1 cebola, 1 folha de louro, 1 colher bem cheia de farinha, 2,5dl de leite, 1 raminho de salsa, sal e pimenta q.b.
Para estufar as lulas: 0,5 dl de azeite, 1 dente de alho picado, 5 colheres de polpa de tomate, 1 dl de vinho branco e 2 dl de água.
Acompanhamento: puré de batata.
I
Primeiro, o arroz, deve cozer,
Em água, que se pretende, abundante,
Não, mais de oito minutos, deve ser,
Pondo-o, a escorrer, no mesmo instante.
II
As lulas, de boa dimensão,
Antes de mais, são amanhadas,
Tendo, quanto aos sacos, atenção,
Evite as esperanças defraudadas.
III
Toucinho e chouriço, bem picados,
E o pimento que, também, fino ficou,
São, com cebola e alhos, misturados,
Se, de igual modo, os já tratou.
IV
Os tentáculos e as cabeças que amanhou
E que, na picadora, fez passar,
Junte tudo aquilo que picou
E, leve, no azeite, a refogar.
V
Vai mexendo, com colher apropriada,
Até dar mostras de alourar,
Por cima, a farinha, é já espalhada,
Para, depois, a bem incorporar.
VI
Logo que, a farinha, incorporou,
É tempo de o leite, em fio, deitar
E, usando a colher que sempre usou,
Mantenha, até, fervura, levantar.
VII
Mas, antes de, do lume, retirar
O tacho, onde tudo se passou,
Esse preparado vai provar,
E veja, se o tempero, já lhe bastou.
VIII
Nas lulas, vai, o seu recheio, deitar,
Ficando por menos de metade,
Palitos, depois, irá usar,
Fechando, os sacos, de verdade.
IX
Prepare, então, outro refogado,
Com cebola e alho, bem picados,
No azeite, acima, aconselhado,
Até que fiquem alourados.
X
É, agora que, junta todo o vinho,
Tal como a polpa, vai juntar,
Coloca as lulas, com jeitinho,
E, com um pouco de mais água, as vai estufar.
XI
Assim que as der por cozinhadas,
É tempo, da travessa preparar,
E, sendo, dos palitos, libertadas,
Com simetria, as vai lá colocar.
XII
Regadas com molho de as estufar,
Por puré de batata, rodeadas
E, com ramos de salsa a decorar,
Serão, então, na mesa, apresentadas.
Fernando Carreira
Para as lulas: 1,200kg de lulas, 0,5dl de azeite, 100g de toucinho entremeado, 80g de chouriço de carne, 1 dente de alho, 1 pimento verde, 1 cebola, 1 folha de louro, 1 colher bem cheia de farinha, 2,5dl de leite, 1 raminho de salsa, sal e pimenta q.b.
Para estufar as lulas: 0,5 dl de azeite, 1 dente de alho picado, 5 colheres de polpa de tomate, 1 dl de vinho branco e 2 dl de água.
Acompanhamento: puré de batata.
I
Primeiro, o arroz, deve cozer,
Em água, que se pretende, abundante,
Não, mais de oito minutos, deve ser,
Pondo-o, a escorrer, no mesmo instante.
II
As lulas, de boa dimensão,
Antes de mais, são amanhadas,
Tendo, quanto aos sacos, atenção,
Evite as esperanças defraudadas.
III
Toucinho e chouriço, bem picados,
E o pimento que, também, fino ficou,
São, com cebola e alhos, misturados,
Se, de igual modo, os já tratou.
IV
Os tentáculos e as cabeças que amanhou
E que, na picadora, fez passar,
Junte tudo aquilo que picou
E, leve, no azeite, a refogar.
V
Vai mexendo, com colher apropriada,
Até dar mostras de alourar,
Por cima, a farinha, é já espalhada,
Para, depois, a bem incorporar.
VI
Logo que, a farinha, incorporou,
É tempo de o leite, em fio, deitar
E, usando a colher que sempre usou,
Mantenha, até, fervura, levantar.
VII
Mas, antes de, do lume, retirar
O tacho, onde tudo se passou,
Esse preparado vai provar,
E veja, se o tempero, já lhe bastou.
VIII
Nas lulas, vai, o seu recheio, deitar,
Ficando por menos de metade,
Palitos, depois, irá usar,
Fechando, os sacos, de verdade.
IX
Prepare, então, outro refogado,
Com cebola e alho, bem picados,
No azeite, acima, aconselhado,
Até que fiquem alourados.
X
É, agora que, junta todo o vinho,
Tal como a polpa, vai juntar,
Coloca as lulas, com jeitinho,
E, com um pouco de mais água, as vai estufar.
XI
Assim que as der por cozinhadas,
É tempo, da travessa preparar,
E, sendo, dos palitos, libertadas,
Com simetria, as vai lá colocar.
XII
Regadas com molho de as estufar,
Por puré de batata, rodeadas
E, com ramos de salsa a decorar,
Serão, então, na mesa, apresentadas.
Fernando Carreira
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